Aconteceu ontem, 17 de Abril de 1011, mais uma comemoração do dia Nacional do Motociclista, desta vez em Coimbra.
Um “mar de gente” é a melhor descrição que eu posso dar deste evento. O convívio era genuíno e o calor abrasador.
O evento foi mais uma vez conduzido pelo Pe. José Fernando, que mostrou uma energia incrível, que em nada reflecte a sua complicada condição de saúde.
De lamentar foi o trágico acidente que ocorreu no IC2, na localidade de Tinto, que vitimou um Companheiro Motard do Montijo, devido à uma colisão com um cabo eléctrico atravessado na estrada.
Aos envolvidos e à família da vítima mortal, prestamos o nosso respeito e condolências.
É oficial!
A banda Iron Maiden fará parte de cartaz de bandas da 30ª Concentração Internacional de Motos de Faro.
O concerto será na quinta-feira dia 14 de Julho, uma vez que ambos os sábados contíguos já estariam agendados, para São Petersburgo e Madrid, respectivamente.
Este concerto é já há muito esperado, e já teria sido alvitrado aquando do 25º aniversário em 2006
Devido á afluência que se espera para este ano, a concentração abrirá as suas portas um dia mais cedo que o habitual.
Este ano a concentração invernal dos Pinguins faz 30 anos!
Valladolid, 6,7,8,9 de Janeiro de 2011
Se o evento em si já tem sido há varios anos merecedor da nossa presença, este ano vale mesmo a pena participar, a organização elaborou um programa diversificado com algumas surpresas para os viajantes.
Quem já foi e voltou a ir sabe porque voltou e não precisa de muitas mais explicações. para quem nunca foi fica o aviso:
Equipem-se! Vai estar frio!
Este feriado de 5 de Outubro fomos ao Marvão ao evento “Alomossassa 2010″ que nada tinha a ver com motos, mas que foi uma excelente desculpa para fazer uns kilomteros e conviver.
Fotos da viagem, aqui: picasaweb.google.com/MiguelAzevedoeCastro/Almossassa2010
Artur Ferrari: – Como o próprio se define: “Artur é meio artista, meio empresário, mas inteiramente louco por aventura. Seu lado budista, porém o torna prudente e persistente ao mesmo tempo. Desde os 20 anos sonhava em sair pelo mundo de moto e agora está fazendo exatamente isso.”
Através de uns amigos (Francisco Coelho e Paulo Lobato – via facebook), que o encontraram pessoalmente na Ericieira este fim de semana, deparámos com este aventureiro do Brasil “quase há dois anos na estrada e 100.000 Kms. feitos, de uma volta ao mundo que nem ele sabe quando vai acabar.”
Fica aqui o link do seu blog pessoal para que possam acompanhar as suas aventuras:
Blog de Artur Ferrari: bloglog.globo.com/blog/blog.do?act=loadSite&id=340&mes=9&ano=2010
Deixamos também os nossos melhoroes votos de sucesso nesta odisseia e a vontade de saber mais sobre o Artur e as suas aventuras motociclisticas!
Já há alguns meses que haviamos criado a conta no twitter (twitter.com/gsriders), mas só agora está activada a publicação automática.
Assim qualquer actividade no site ou no fórum, automáticamente criará um novo twitt e toda a comunidade será de imediato alertada e convidada a participar.
Participem, sigam-nos no twitter” twitter.com/gsriders
Para alguns não existe nada como ter uma boa pintura no capacete, mas há alguns que levam essa ideia ao limite!
Vejam alguns exemplos geniais de pinturas realistas feitas sobre capacetes:
Finalmente o evento que nos motivou a fazer esta viagem!
Comemoravam-se os 10 anos do evento e a organização estava… Alemã!
Tudo bonito e organizadinho, parecia que rigorosamente nada estava fora do lugar.
Desde os estacionamentos com relva, onde milhares de BMWs se alinhavam perfeitamente, e podiam ficar em segurança, com o descanso lateral sobre umas tábuas alegoricamente xilogravadas com o logo “30 Years GS” gentilmente oferecidas (a alguns) pela organização (nós só tivemos direito a uma tábua velha).
Passando pela qualidade das decorações até á indumentária do Staff e à quantidade de actividades gratuitas de que podiamos usufruir.
A comida era aceitável, comemos salsichas como não poderia deixar de ser. Salsichas gigantes acompanhadas pelo tradicional Pretzel também gigante e, claro está, por uma das várias cervejas disponíveis para escolha.
Por mim fiquei-me sempre pela Weisse Bier, cerveja de trigo e pela nativa Munchen Hell. Tudo isto como não poderia também deixar de ser, servido por mulheres gigantes…
Esteve sempre muito, muito calor, e os anfitriões tinham o real desplante de numa barraca de plástico pedir 3,50€ por uma garrafa de água de 22cl. Em Portugal chama-se Chulice, na Alemanha não sei.
Stands com merchandising do evento, vestuário oficial BMW e um pavilhão inteiro dedicado à GS, ou não fosse este evento também a comemoração dos seus 30 anos de existência.
No recinto havia um stand no mínimo original: – Um barbeiro à antiga no meio daquele ambiente motard, estava com muito, muito estilo!
Fazia um escanhoado perfeito, feito à moda antiga, a quem achasse que já estava com demasiado aspecto de Naufrago numa ilha deserta.
O contraste é espectacular: – Todo sujo, cheio de lama, mas com as bochechas macias e luzidias…
O evento tinha uma grande área de restauração com sombra, uma tenda discoteca com musica ao vivo, muitos, muitos stands de acessórios para motos, costumizações e agencias de viagens em moto, pelos mais diversas regiões do mundo. Havia uma pista de obstáculos onde se podiam fazer drive-tests a vários veículos da gama BMW, X3, X5, X6…
Misturado com os milhares de Motorraders que lá estavam, deparamo-nos com um especial: O Actor Inglês Charley Boorman, protagonista das sagas motociclísticas “Long Way Round” ,”Race to Dakar” e “Long Way Down” entre outras.
O tipo é mesmo muito simpático e depois de alguns minutos de conversa, tiramos algumas fotos de família e convidamo-lo a visitar a concentração de Faro.
Ele gostou da ideia, pelo que vamos ver se lá aparece um ano destes…
A cerveja foi sempre muito cara (entre 3 a 7€ cada) ao longo de toda a viagem. Ficámos com a sensação de que em Portugal temos sorte no que diz respeito à cerveja.
Num qualquer bar ou restaurante, custa tanto uma cerveja como uma garrafa de vinho tinto.
Já entendo porque é que os estrangeiros gostam tanto de vir para Portugal. Pelo preço de uma cerveja lá, bebem 10 imperiais cá.
Havia tours organizados, de algumas centenas de Kms por caminhos da região ou tours mais pequenos Off-road com motos da organização.
De um modo geral foi bom, pelo evento em si não vale a pena voltar. Vale a pena voltar usando o evento como desculpa para uma nova viagem. Essa sim valeu bem a pena!
Abraço a todos!
MAC
Chegados Finalmente a Garmish-partenkirchen, pelas 23h30, depois de um dia de viagem que poderei resumir como “teso”.
Passo a resumir os últimos dois dias, que como o FH já referiu não tivemos net, pelo que não pudemos dar notícias.
Saímos de Genebra pelas 11h e contornamos o lago por Lausanne, Vevey e Montreux. Demoramos horas com os limites de velocidade Suiços e um trânsito inntenso que nos fazia perder muito tempo nos semáforos.
Rumámos a Interlaken via Aigle (sempre por estradas secundárias, o que aliás marcou a nossa passagem pela Suiça), o nosso destino seria Disentis-muster, mas rapidamente constactamos que tal não seria viavel.
Ao passar junto a uma paisagem magnifica o Artur teve a feliz ideia de virar para um camping, na pequena aldeia de Brienz, na margem norte do Brienzsee, um dos dois lagos de Interlaken.
Estabelecidas as negociações com o Anfitrião do camping, meio em Alemão, meio em Romontsch, la fomos a correr dar um mergulho no lago antes do anoitecer.
A àgua estava impecável, e o banho soube “a pato” depois dos 30º+ que temos apanhdo todos os dias.
Depois de um excelente jantar internacional (salsichas Francesas, ovos estrelados Suiços, pão de Martinlogo – sim Martinlongo em Portugal, que o Miguel vem a comer desde o primeiro dia de viagem -, tudo cozinhado e comido por portugueses…
Depois de jantar fomos à vila a pé, buscar umas cervejas que bebemos em cima de um dique a comer os famosos pistachios do Artur…
Conhecemos um casal de Motorraders do norte da Alemanha, a Irina e o Jürgen, que vinham numa R80 de 1976, modificada
A alvorada foi cedo com mais um banhito no lago “para abrir a pestana”. Seguimos finalmente para os Alpes a sério, com a passagem prevista do Furkapass.
Depois de muitas curvas e mais curvas, lá fizemos o Grimselpass, o Furkapass e o Oberalpass. Curvas incriveis cotovelos perfeitos a subir e a descer obrigado-nos muitas vezes a reduzir até à primeira mudança.
Almoçamos no Furkapass, uma bela sandes de pasta de atum do modelo. Colado o autocolante do MCF, estavamos prontos para arrancar quando encontramos um grupo de Asturianos, que andava também por ali em viagem. Foi bom hablar español para variar!
Tirada uma foto de familia, despedimo-nos e seguimos viagem.
Depois de muita indecisão sobre qual o caminho a seguir para rumar ao Liechenstein, resolvemos pedir informações a um grupo de alemães que estava num tour de moto organizado. Nadia, a bela alemã guia do grupo explicou-nos um caminho pelos alpes, e todos se riram quando dissemos que ainda iriamos dormir a Garmish…
Vê-se que não conhecem os Tugas. Centenas de kilometros pelas montanhas, uma viagem muito dura pelo interior profundo da Suiça mas efectivamente dormimos em Garmisch, nos excelentes edredons de penas do Walgau parkhotel com as suas orgulhosas 4 estrelas ****
Chegamos a GaPa, como aqui é referido e fomos logo fazer o reconhecimento do evento. Fomos ao recinto do encontro e após um sedento pedido: “Drei Weisse Bier, Bitte!”, lá se fez o primeiro brinde em Alemão…
Chegados ao Hotel, fomos recebidos pelo primo do Frankenstein, de robe e chinelinho, com cara de poucos amigos… Estavamos á espera de a todo o momento ver sair um cutelo do robe e iniciar-se uma carnificina…
Quem salvou a noite foi o barmen do hotel que nos disse que, ao contrario do que nós pensámos, o primo do frankenstein não era o gerente do hotel, mas sim o jardineiro, que acumulava funções de guarda nocturno…
O barmen do hotel Indicou-nos um bar em frente onde fomos jantar umas baguettes e mais umas loiras alemãs.
Conhecmos um simpactico grupo de bávaros, um deles vestido a rigor, com quem tivemos em amena cavaqueria numa mistura de alemão, ingles e algarvio.
Depois de algumas ditas-cujas (weisse bier) consumidas, (lembrem.se que na Baviera se bebe em canecas GRANDES) o CM levanta mão e em excelente algarvio pede a conta para podermos irmos dormir.
A simpáctica barwoman (que entretanto descobrimos ser lésbica e, com grande avanço sobre a concorrência, a maior “flirter” do bar) acena um jovial sim com a cabeça e lá ficámos à espera da conta até que, eis que ela surge, alegremente, com mais uma rodada das ditas cujas canecas de cerveja bávara acabadinhas de tirar…
Finda a missão de salvar mais um fundo de caneca de um atroz afogamento, lá fomos de volta para o hotel, e em 10 minutos já todos ressonavamos.
O hotel era efectivamente muito bom e confortável, mesmo para quem, como nós, estava com os standards bastante reduzidos, depois de quase uma semana a dormir em tendas.
Estamos neste momento na esplanada do hotel, confluindo com o magnifico jardim, de onde vos escrevemos esta crónica e onde podemos então apreciar o primo do Frankenstein, agora não como anfitrião, mas nas suas efectivas funções…
Vamos agora voltar a garmisch e mais logo voltaremos a relatar.
Fotos actualizadas no sitio do costume:
picasaweb.google.pt/MiguelAzevedoeCastro/GarmishPartenkirchen2010
Abraço s todos.
MAC, AC, CM
É verdade os Motards acabam de chegar a Garmish,concluindo assim a primeira parte desta viagem.
Vamos aguardar os comentários e as fotos a partir de Garmish.
F.H.








